Lula faz história e é reeleito Presidente do Brasil

Eleições 2026: Confira o balanço do segundo turno em Monte Santo de Minas e Minas Gerais 🗳️ No segundo turno das Eleições 2026, Minas Gerais reafirmou sua tradição política como termômetro nacional ao registrar a virada de Luiz Inácio Lula da Silva com 50,43% dos votos válidos no estado, somando mais de 1,16 milhão de novos votos entre os dois turnos. Em Monte Santo de Minas, com 75,45% de comparecimento dos eleitores, Lula cresceu expressivamente ao saltar de 4.199 para 5.502 votos, enquanto Flávio Bolsonaro registrou 6.849 votos na apuração local, em um pleito marcado pela baixa taxa de brancos e nulos no município. #JFPNoticias #MonteSantodeMinas #Noticias #Eleições2026 #Apuração2026 #MinasGerais #Democracia #PolíticaNacional

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Veja em detalhes como foi a votação do segundo turno em Monte Santo de Minas e também no estado de Minas Gerais

🗳️ Com 75,45% de comparecimento nas urnas locais, resultado em Minas Gerais espelha apuração nacional na vitória do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva.

Minas Gerais voltou a confirmar seu papel decisivo na política nacional ao ser o único estado do país a registrar uma virada de placar entre os dois turnos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceu no estado com 50,43% dos votos válidos, revertendo a desvantagem inicial após conquistar 1.162.163 votos adicionais em relação à primeira etapa do pleito.

O avanço mineiro foi impulsionado por mudanças de resultado em 76 municípios, o maior número de viradas registrado em todo o território brasileiro, consolidando o estado como o principal termômetro das eleições presenciais do país.

Em Monte Santo de Minas, a participação popular alcançou 75,45% do eleitorado apto, registrando 12.875 votos totais, dos quais 95,93% foram nominais e válidos.

O cenário local acompanhou a forte tendência de crescimento da candidatura petista.

Lula saltou de 4.199 votos no primeiro turno para 5.502 no segundo, o que representou um expressivo avanço de 1.303 votos.

Já o candidato Flávio Bolsonaro obteve 6.849 votos na cidade.

A redução das abstenções, aliada ao baixo percentual de votos brancos (1,58%) e nulos (2,49%), refletiu o alto engajamento da população monte-santense na definição dos rumos políticos da nação.

Brasil no 2º turno

Mais eleitores nas urnas, menos votos brancos e nulos e virada em mais de 200 cidades: a combinação que levou Lula à vitória histórica

Petista saiu de uma desvantagem de 2,2 milhões de votos para Flávio Bolsonaro (PL) no 1º turno para uma vitória por 4,4 milhões no segundo.

Presidente reeleito cresceu mais do que todos os outros candidatos derrotados no 1º turno somados, virou em 211 cidades e alcançou votação recorde.

A virada histórica que garantiu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) um quarto mandato inédito foi resultado de uma combinação de fatores: mais eleitores nas urnas, menos votos brancos e nulos, crescimento da votação do petista em todos os estados e perda de votos de Flávio Bolsonaro (PL) em parte do país.

Lula saiu de uma desvantagem de 2,2 milhões de votos para Flávio Bolsonaro no primeiro turno, a menor desde a redemocratização, para uma vantagem de 4,4 milhões no segundo. Uma virada de 6,6 milhões de votos na diferença entre os candidatos.

Com 100% das seções apuradas, o presidente recebeu 64.256.232 votos, ou 51,79% dos válidos, contra 59.826.041 de Flávio, equivalente a 48,21%.

Para chegar à vitória, Lula conquistou 10,3 milhões de votos a mais entre os dois turnos, quase três vezes o crescimento de Flávio Bolsonaro, que ganhou 3,7 milhões. Do total de votos adicionais recebidos pelos dois candidatos, 73,6% foram para o petista.

O avanço de Lula foi maior do que a soma dos votos recebidos por todos os outros candidatos derrotados no 1º turno. Juntos, os demais concorrentes, incluindo Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), tiveram 9,3 milhões de votos, cerca de 1 milhão a menos do que o crescimento registrado pelo presidente.

Isso significa que, mesmo que todos os eleitores dos candidatos derrotados tivessem migrado para Lula, esses votos não seriam suficientes para explicar o aumento de sua votação.

A virada também passou pela mudança no comparecimento às urnas. A abstenção caiu de 21,08% no primeiro turno para 19,21% no segundo, atingindo a menor taxa em 20 anos. Com isso, 2,83 milhões de eleitores a mais participaram da votação.

Ao mesmo tempo, os votos brancos e nulos diminuíram de 5,98 milhões para 4,15 milhões, uma redução de 1,83 milhão.

Somados, o aumento do comparecimento e a queda de brancos e nulos acrescentaram aproximadamente 4,66 milhões de votos válidos à disputa.

Esses movimentos, junto com os votos dos candidatos eliminados, compuseram o cenário que permitiu a Lula ampliar sua votação e ultrapassar Flávio.

Minas Gerais manteve a tradição de espelhar o resultado nacional e foi o único estado em que Lula conseguiu virar a disputa contra Flávio Bolsonaro no segundo turno. O petista venceu com 50,43% dos votos, ante 49,57% do adversário, que havia liderado no primeiro turno.

Lula também ampliou sua votação em todos os estados e no Distrito Federal entre os dois turnos. Os maiores ganhos em números absolutos ocorreram em São Paulo, onde Lula passou de 9.505.413 para 12.119.274 votos, um aumento de 2.613.861. Na sequência, aparecem Minas Gerais, com 1.162.163 votos a mais, e Rio de Janeiro, com um acréscimo de 872.372 votos.

A mudança também apareceu no mapa eleitoral. Lula virou o resultado em 211 cidades onde Flávio havia vencido no primeiro turno, incluindo a cidade do Rio de Janeiro. O senador conseguiu fazer o caminho inverso em apenas um município.

A virada também se repetiu em 76 municípios mineiros, o maior número do país. Em seguida, aparecem as cidades de São Paulo (32), Paraná (20) e Rio Grande do Sul (19). Ao todo, municípios de 18 estados registraram inversões de resultado entre os dois turnos.

Enquanto Lula ampliou sua votação em todos os estados, Flávio terminou o segundo turno com menos votos em seis unidades da federação.

A virada de Lula foi impulsionada pela vitória em Minas Gerais, pela diminuição da vantagem de Flávio Bolsonaro em grandes colégios eleitorais do Sudeste e pelo crescimento da votação do petista no Nordeste, onde ampliou sua liderança. Na região, conquistou quase 3 milhões de votos adicionais, passando de 21,5 milhões para 24,5 milhões, um crescimento de 13,75%.

O senador também perdeu eleitores em 939 municípios, mesmo com o crescimento de sua votação no total do país. Nessas cidades, Flávio recebeu 134.091 votos a menos do que no primeiro turno.

O Maranhão liderou o número de municípios em que o candidato do PL perdeu votos, com 171 cidades, seguido por Tocantins (115), Piauí (110), Rio Grande do Norte (78) e Pará (78).

Em números absolutos, a maior queda ocorreu em Macapá (AP), onde Flávio passou de 124.378 votos no primeiro turno para 120.593 no segundo, uma redução de 3.785 votos.

A combinação desses movimentos levou Lula à maior votação já registrada por um candidato à Presidência da República no Brasil. Os 64,2 milhões de votos superaram o recorde anterior, que também pertencia ao petista: 60,3 milhões na vitória sobre Jair Bolsonaro em 2022.

Lula também ampliou a vantagem obtida naquela eleição. Em 2022, venceu por 2,1 milhões de votos. Desta vez, a diferença chegou a 4,4 milhões.

Lula avança em 97% das cidades
O presidente melhorou o saldo de votos sobre Flávio Bolsonaro em 5.410 dos 5.570 municípios do Brasil entre o primeiro e o segundo turno, cerca de 97% do total.

As maiores mudanças a favor do petista aparecem no Sul e no Sudeste, sobretudo em São Paulo, no Paraná, em Santa Catarina, no Rio Grande do Sul e em Mato Grosso do Sul, além do litoral do Nordeste, do Rio Grande do Norte a Alagoas. A tendência também é clara no Centro-Oeste e em toda a Região Norte.

Os 160 municípios onde Flávio ganhou terreno se concentram em uma área bem definida: o interior da Bahia, o norte de Minas Gerais e trechos do sertão de Pernambuco e do Piauí. São regiões em que Lula já tinha votações expressivas no primeiro turno, o que deixa pouca margem para novos avanços.

35 mil votos foram registrados após as 17h; vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro no Brasil foi de 4,4 milhões

Campanhas de Lula e de Flávio pediram prorrogação da votação após relatos de falta de ônibus e de chuvas pelo país.
Candidato derrotado disse não reconhecer resultado; Kassio Nunes Marques, presidente do TSE, confirmou vitória de Lula e afirmou ter segurança no processo eleitoral.

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aponta que 35.521 votos foram registrados após as 17 horas de domingo (25), no horário de Brasília, no segundo turno da eleição presidencial. Lula (PT) foi reeleito com uma virada inédita ao obter 51,79% dos votos e derrotar o senador Flávio Bolsonaro (PL), que ficou com 48,21%.

A vantagem de Lula foi de 4,4 milhões de votos: teve 64,2 milhões, contra 59,8 milhões de Flávio Bolsonaro.

Houve votação até mais tarde porque o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou o prazo até as 19h. A decisão foi proferida pouco depois das 17 horas. Como a maioria das urnas já tinha sido fechada, o ministro esclareceu que a medida valeria apenas para locais em que as seções eleitorais ainda estavam abertas.

As duas campanhas haviam solicitado ao TSE mais tempo para os eleitores votarem. A de Lula relatou problemas no transporte público, como falta de ônibus, redução de frotas e cobrança indevida de passagens. A de Flávio Bolsonaro pediu a extensão em cinco estados atingidos por fortes chuvas: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Santa Catarina. A campanha de Lula recorreu também ao STF, de onde partiu a decisão mandando estender o horário de votação em todo o país.

Após a confirmação do resultado da eleição, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, confirmou a vitória de Lula e afirmou ter “toda a segurança no processo eleitoral”.

O candidato Flávio Bolsonaro não reconheceu a derrota, questionou a decisão de Zanin e disse que vai pedir a anulação da eleição.

Para dimensionar a votação após as 17 horas, o levantamento analisou os logs de urna, que registram os eventos que cada equipamento grava automaticamente durante a votação. É como um “diário de bordo” da urna, no qual é possível saber o momento em que ela foi ligada, os horários dos votos e quando a votação terminou. Nesses arquivos não é possível saber para quem os votos foram dados.

O levantamento reúne informações de 497.897 seções eleitorais. Os dados foram extraídos dos chamados logs, arquivos que registram os eventos ocorridos durante o funcionamento das urnas e seus horários.

Fonte Globo.com e TSE

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